Neurofarmacologia

Calculadoras de psicofarmacologia: onde ajudam e onde podem falhar

Guia para usar equivalência de dose, QTc, função renal, CYP450 e desmame como apoio — nunca como prescrição automática.

Equipe editorial PsybookAtualizado em 10 de julho de 2026 6 min

Uma calculadora torna premissas visíveis

O resultado depende da fórmula, unidade, população e dado inserido. A utilidade clínica cresce quando a página mostra essas premissas e permite ao profissional conferir o cálculo, em vez de exibir apenas um número final.

Cinco verificações antes de usar o resultado

Antes de incorporar um número à conduta, confirme:

  • se as unidades e o momento da coleta estão corretos;
  • se a fórmula se aplica à população atendida;
  • se há interações, comorbidades ou extremos clínicos não modelados;
  • se equivalências são aproximadas e dependem da indicação;
  • se a fonte e a data de revisão estão visíveis.

Desmame exige individualização

Modelos lineares ou hiperbólicos podem ajudar a visualizar etapas, mas não antecipam tolerabilidade individual. Sintomas de retirada, formulações disponíveis e decisão compartilhada exigem revisão ao longo do processo.

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