Neurofarmacologia
Calculadoras de psicofarmacologia: onde ajudam e onde podem falhar
Guia para usar equivalência de dose, QTc, função renal, CYP450 e desmame como apoio — nunca como prescrição automática.
Uma calculadora torna premissas visíveis
O resultado depende da fórmula, unidade, população e dado inserido. A utilidade clínica cresce quando a página mostra essas premissas e permite ao profissional conferir o cálculo, em vez de exibir apenas um número final.
Cinco verificações antes de usar o resultado
Antes de incorporar um número à conduta, confirme:
- se as unidades e o momento da coleta estão corretos;
- se a fórmula se aplica à população atendida;
- se há interações, comorbidades ou extremos clínicos não modelados;
- se equivalências são aproximadas e dependem da indicação;
- se a fonte e a data de revisão estão visíveis.
Desmame exige individualização
Modelos lineares ou hiperbólicos podem ajudar a visualizar etapas, mas não antecipam tolerabilidade individual. Sintomas de retirada, formulações disponíveis e decisão compartilhada exigem revisão ao longo do processo.
Conteúdo educacional. Não substitui avaliação individual, manuais oficiais, normas profissionais ou decisão clínica. Como revisamos o conteúdo.